Não
há História. Nem mesmo aqui,
(Tão
somente o que fazemos.
E
o que não pode esquecer-se
mal
ser recordado.)
Esta
vala terrosa e úmida
de
ferrugem crivada em flocos
a
subterrânea raça
Masca
as raízes avessas dos fatos.
Tu,
respiras e sabes a inglória cor,
Sinta
belamente a relva memória
Casas
jogadas às roseiras de Halfeti.
Mascando
as raízes avessas intrínsecas
molham
os pés na água suja
bebendo
em poças de lama infecta.
Há
o que fazer nos lençóis freáticos
das
tórridas zonas de teu sangue
É
o que há, entregue o sísmico bolor
às
privadas aquosas dos quintais públicos.
Tu,
venenoso sargaço, filhas da pó matéria
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